Este Blog tem por finalidade a discussão e troca de informações relacionadas ao mundo da educação em geral. Professores, alunos, profissionais da educação em geral e qualquer pessoa que queira contribuir com suas reflexões e pensamentos sobre o tema estão convidados a interagir! Bem vindos! Profª Glaucia
domingo, 14 de outubro de 2012
Webfólio - Naíra: E com a palavra... Rubem Alves!
Webfólio - Naíra: E com a palavra... Rubem Alves!: Para completar o post anterior, o grande educador, teólogo e psicanalista Rubem Alves...
sábado, 25 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Não se conforme!!!!
Não se conforme!!!!
Mantenha-se em estado de inquietude. Questione sempre, debata, cresça, se ao fim nada mudar, lute, seja a mudança que tanto quer ao mundo... mas nunca se conforme, nunca desista.
Mantenha-se em estado de inquietude. Questione sempre, debata, cresça, se ao fim nada mudar, lute, seja a mudança que tanto quer ao mundo... mas nunca se conforme, nunca desista.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
COMPETÊNCIA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO
Boa tarde, pessoal!
Fazia um tempo que não escrevia por aqui não é mesmo?
Mas, ao realizar algumas atividades, me lembrei de um livro excelente para quem está começando carreira na educação, ou até mesmo para professores que desejam melhorar cada vez mais sua prática docente.
Trata-se do livro COMPETÊNCIA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO, do autor Marcos Tarciso Masetto, o qual eu tive a sorte de ser aluna. Este material é mais do que um livro de educação, mas sim, um verdadeiro guia prático para todas as etapas e cotidiano da vida de um professor que de fato se preocupa com a aprendizagem significativa de seus alunos, seja qual for a área do conhecimento.
Quem tiver a oportunidade, não se arrependerá de adquirir essa preciosidade!
Abraços!
domingo, 29 de julho de 2012
Seguem abaixo uma série de sites interessantíssimos para professores em geral...
São desde acervos científicos digitais até jogos educativos de todas as disciplinas...e o melhor...gratuitos!
Aproveitem e explorem!
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bndigital.bn.br
bibvirt.futuro.usp.br
webeduc.mec.gov.br
brasil.planetasaber.br
objetoseducacionais2.mec.gov.br
sábado, 28 de julho de 2012
Segue abaixo um artigo que foi apresentado em formato de Pôster no evento educacional Web Currículo realizado em 2010 na Pontíficia Universidade Católica de São Paulo
Formação de Professores para a
educação à distância: ensino e aprendizagem, caminhos cruzados
Autoras: Glaucia Berton Dagostino
Regina Maria de Sousa Lima
RESUMO
Esta pesquisa dedica-se ao estudo dos processos de
formação de professores que atuam na Educação à Distância. O objetivo é
contribuir com a literatura especializada através da produção de estudo deste
tema, a fim de propor uma formação de professores em EaD com foco nos processos
de aprendizagem dos alunos. Temos como problema de pesquisa: Quais teorias e
metodologias que norteiam a formação de professores para processos educacionais
à distância centrados na aprendizagem dos alunos? Adotou-se uma abordagem de
pesquisa qualitativa. Especificamente será realizado um estudo de caso de um
curso de formação de professores para EaD. Os instrumentos de pesquisa adotados
para a coleta dos dados são: análise documental (Proposta Pedagógica, ementas e
documentos acerca do curso estudado); entrevistas semi-estruturadas com
professores, coordenação e alunos do curso; levantamento e revisão
bibliográfica do tema estudado. Neste momento a pesquisa encontra-se em fase de
levantamento da bibliografia especializada do tema. Desta forma, destaca-se que
é de extrema importância o conhecimento adequado a respeito dos processos de
formação dos professores que trabalham na modalidade à distância, de maneira
que haja qualidade e foco no processo de aprendizagem das ações deste campo da
educação.
Palavras-chave: Educação à Distância, formação de
professores, aprendizagem.
INTRODUÇÃO
Observamos
na atualidade significativas transformações sociais, culturais e tecnológicas.
Este contexto, afeta diretamente o campo da educação, que conseqüentemente
acaba por ter de responder às novas demandas e necessidades sociais;
desenvolver metodologias alternativas de ensino, entre outras atividades.
Uma
das grandes transformações que a sociedade vem passando é no campo das novas
tecnologias. Nas últimas décadas, houve uma evolução significativa nos recursos
informatizados e que afetam diretamente a área da educação, tanto no que diz
respeito a novas fontes e acessos ao conhecimento, assim como em novos
ambientes de ensino e aprendizagem.
O
acesso às informações e conhecimento tomou uma velocidade acelerada e na medida
em que o tempo passa, muita coisa se torna obsoleta, de forma que o
aperfeiçoamento passa a ser essencial para que a qualidade na educação seja
mantida. Ao mesmo tempo em que as novas tecnologias trouxeram inovações e
benefícios para a área da educação, possibilitando acesso ao conhecimento de
qualquer lugar do mundo, oferecendo novas oportunidades a cidadãos que careciam
de certos recursos por conta de espaço e tempo, se não forem bem aproveitadas,
dirigidas, distribuídas e estruturadas acabam por criar uma nova modalidade de
exclusão, a digital.
Sendo
assim, a educação está entrelaçada a esse contexto, e precisa fazer com que
estes novos recursos oferecidos sejam usados como ferramentas que melhorem a
qualidade na educação. As novas tecnologias podem ser um instrumento
facilitador da comunicação que contribui para a troca de informações e
conseqüentemente caracteriza um processo educacional participativo, e ao menos
minimizando a exclusão que muitos brasileiros ainda se deparam.
Diante
da situação apresentada, a educação tem o papel de sistematizar o uso das Novas
Tecnologias a seu favor, de maneira que contribua significativamente para a
formação de cidadãos atualizados e que sejam capazes de acompanhar tais
transformações e inserir-se na realidade que a globalização estabelece.
Habermas
(1989, p.122), afirma que:
[...] a escola
precisa acompanhar as mudanças que vem ocorrendo no mundo, pois esse é um dos
caminhos para alcançarmos uma educação de qualidade e que integre o aluno nessa
realidade. [...] as novas tecnologias precisam estar presentes na escola e a
comunidade escolar precisa estar preparada para utilizar todos os recursos
possíveis a favor da aprendizagem do aluno.
Diante
do tema em questão, este estudo tem como objetivo defender uma formação de
professores para processos educacionais à distância que tenha como foco a
aprendizagem do aluno.
PROBLEMA DE PESQUISA E
METODOLOGIA
Optou-se
por analisar e indicar a relevância na formação de professores para os
processos educacionais à distância centrados na aprendizagem do aluno. Sendo
assim, como problema de pesquisa foi apresentado: Quais as teorias e metodologias que norteiam a formação de professores
para processos educacionais à distância centrados na aprendizagem dos alunos?
A
partir do tema Formação de professores
para a educação à distância: ensino e aprendizagem, caminhos cruzados, foi
definido como foco de estudo a identificação e compreensão do processo
educacional á distância que tenha como foco a aprendizagem efetiva do aluno e
não apenas os esforços dos mais diferentes cursos centrados em como se
desenvolverá o ensino à distância.
Para
tal estudo, adotou-se uma abordagem de pesquisa qualitativa, a qual favorece a
compreensão holística do processo educacional à distância centrado em uma
formação de professores com vistas à aprendizagem efetiva do aluno.
Especificamente,
a pesquisa está em fase inicial do desenvolvimento, que volta-se para o estudo
de caso de um curso de formação de professores para a Educação à Distância, com
o nome de Oficina de Tutores: A formação do
professor em EaD.
Os
instrumentos de pesquisa adotados para a coleta dos dados são:
· A
análise documental (Proposta Pedagógica, ementas e demais documentos elaborados
acerca do curso estudado).
· Entrevistas
semi-estruturadas com professores, coordenação e alunos do curso.
· Levantamento
e revisão bibliográfica sobre o tema estudado.
A
metodologia qualitativa foi adotada com o propósito de conhecermos mais a fundo
a organização do curso e suas práticas relacionadas à educação à distância
centrada na aprendizagem efetiva dos alunos.
JUSTIFICATIVA DO TEMA E REFERENCIAL
TEÓRICO
Atualmente,
nos deparamos com uma série de ofertas em cursos á distância nas mais
diferentes áreas. A demanda que procura este tipo de formação também é bem
diversificada, desde alunos que os procuram diante do baixo custo da
mensalidade até alunos que não podem estar presencialmente estudando em alguma
instituição.
Mediante
essa multiplicidade de oferta e demanda, um ponto comum, pelo menos na maioria
dos cursos de EaD que nos deparamos, o processo educacional está centralizado
no ensino do aluno, desassociando-se do processo de aprendizagem, ou seja, é
estabelecida uma relação vertical de atividades que o professor/tutor
estabelece e cabe aos alunos executarem, pois assim, espera-se que eles
assimilem o conteúdo necessário.
Decorrentes
das décadas de 70, muitos aspectos da estrutura dos cursos de EaD possuem um
modelo de educação baseado nos princípios do fordismo e taylorismo,
incentivando muitas pessoas a adotarem a sua prática e concepção de educação,
um modelo industrial de EaD. Podemos perceber isso através da concepção do
autor Peters (1973, p. 28), a educação à distância [...] pode ser mais bem entendida a partir de princípios que regem a
produção industrial, especialmente os de produtividade, divisão de trabalho e
produção de massa.
Na
educação à distância, a relação professor e aluno constitui-se por alguns
aspectos essencialmente diferentes do ensino presencial: a) regras
instrucionais mais do que por relações sociais, b) pouco ou nenhum conhecimento
das necessidades do aluno, c) as atividades são construídas a partir de
orientações e diretivas e não no contato humano, e d) os objetivos são
avaliados pela eficiência e produtividade e não pela interação pessoal:
[...]
nota-se uma ênfase excessiva nos processos de ensino (estrutura organizacional,
planejamento, concepção de metodologias, produção de materiais etc) e pouca ou
nenhuma consideração dos processos de aprendizagem (características e
necessidades dos estudantes, modos e condições de estudo, níveis de motivação,
etc). Pode-se dizer que as práticas propostas e/ou descritas por estes modelos
referem-se muito mais aos sistemas “ensinantes” do que aos sistemas
“aprendentes” (CARMO, 1997, p. 30)
Sendo
assim, muitos cursos apesar de formarem milhares de alunos acabam não
garantindo a aprendizagem eficaz do corpo discente. A educação à distância, é
uma modalidade de educação, e não é por isso que foge dos princípios da
educação convencional, vista aqui, de acordo com Moore (1990, p. 125), como [...] uma relação de diálogo, estrutura e
autonomia, a modalidade à distância tem apenas outros instrumentos de
interação que se modificam constantemente de acordo com a evolução.
Outro
aspecto importante da EaD, é que ela lida com alunos adultos, ou seja, as
estratégias de ensino não podem ser as mesmas de crianças e jovens, é necessária
uma atenção especial ao que os alunos trazem consigo no momento da aprendizagem
no curso. Os conteúdos não podem ser simplesmente impostos como conhecimentos
necessários para aquisição de certa habilidade. Abaixo podemos verificar essa
mesma linha de raciocínio; de acordo com Trindade (1992, p. 27):
A experiência
adquirida no campo da educação de adultos revelou que os métodos pedagógicos
para crianças e jovens não se mostram adequados para adultos: a razão disto é
que o modelo pedagógico é essencialmente heteronômico, dado que a relação
educativa é estabelecida por um controle externo agindo sobre o sujeito,
enquanto o modelo andragógico é sobretudo “autonômico” e autodirigido. Adultos
acham em si mesmos as motivações para, e as necessidades de, aprender, e o
processo de aprendizagem não pode ser imposto por fontes externas
independentes, nem ignorar as habilidades e competências já adquiridas e as
condições de vida (situação familiar, profissão, meio social) do indivíduo.
Em
decorrência do cenário apresentado, faz-se necessária a desconstrução do “industrialismo
instrucional dominante” a favor da construção e estruturação de um modelo de
educação à distância que conserve os princípios de uma educação contínua,
formativa e critica dos alunos. Para isso é necessária um formação de
professores adequada, que saibam lidar com as novas tecnologias e a vejam como
recursos adicionais para que o aluno aprenda, o foco do professor precisa ser a
aprendizagem do aluno e as novas tecnologias tem o papel de ferramentas
inovadoras que motivem e incentivem o alunado a desenvolver suas competências
necessárias para o curso em questão.
De
acordo com BELLONI (2003, p. 35):
Um processo de
ensino e aprendizagem centrado no estudante será então fundamental como
princípio orientador de ações de EaD [...] entendida como uma modalidade
importante nos sistemas de formação, da mesma forma que o uso intenso e
inovador das tecnologias de informação e comunicação e a disponibilização de
recursos educacionais (mediatecas, centros de recursos técnicos, monitorias e
tutorias) de forma ampla e democrática.
EXPECTATIVAS DE RESULTADOS E CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Esta
pesquisa está em fase de levantamento da bibliografia pertinente ao tema.
Conforme
citado anteriormente, existe uma relevância em estudar e discutir a importância
do foco na aprendizagem dos alunos de educação à distância. Este dado reforçou
a importância de analisar o tema proposto, pois se não houver um conhecimento
adequado a respeito dos processos de formação dos profissionais que trabalham
em setores de educação à distância, certamente faltarão condições básicas para
uma análise crítica da importância, abrangência e qualidade das ações do campo
em questão.
Acreditamos
que ao fim da pesquisa, teremos condições de analisar e sugerir novas propostas
de formação de educadores para a educação à distância centradas no processo de
aprendizagem dos alunos.
Para
que isso aconteça, é necessário que os professores promovam um ambiente
coletivo que, de acordo com Marcos Masetto (2003, 48), proporcione:
Um relacionamento
que permita a professores e alunos trazerem suas experiências, vivências,
conhecimentos, interesses e problemas, bem como análises das questões para
serem interpretadas e discutidas. As conclusões devem, portanto, ser
sistematizadas, organizadas, servindo de encaminhamento e pistas para ações de
profissionais competentes e cidadãos
Conforme
explicitado acima, o papel do professor em aula é de organizador e mediador das
mais diversas informações que vêm dos alunos a fim de estruturar o conhecimento
e assunto que será aprendido pelos alunos, associando à realidade, debatendo e
discutindo, ou seja, criando um ambiente de troca de experiência entre todos os
sujeitos, alunos e professor, a fim de torná-los indivíduos e profissionais
competentes e críticos.
Para
que o processo de aprendizagem na EaD seja eficaz e profícuo é necessário que o
professor planeje seu trabalho através de diferentes técnicas e estratégias que
visem atingir todos os níveis de aprendizagem dos alunos, uma vez que cada um
tem seu ritmo e tempo para assimilar as informações. As novas tecnologias são
ferramentas de enorme potencial para promover tal ambiente proposto acima, cabe
ao professor adquirir essa competência e usufruir de uma formação adequada com
vistas aos objetivos que este estudo defende.
À
luz das reflexões feitas acima, pode-se dizer que estudo e pesquisa do curso
descrito na metodologia a ser adotada tem a expectativa de analisar, discutir e
propor, através do curso a ser estudado em questão, em uma perspectiva de
metodologia ativa e participante em educação à distância, baseada em um
ambiente virtual de encontro e de relações horizontais entre alunos e
professores, que trocam experiências, opiniões e sentimentos diversos em torno
de determinados temas, através de técnicas e estratégias interativas que visam
a construção coletiva do conhecimento, conseqüentemente promovendo a
aprendizagem eficaz dos aprendizes em cena.
BIBLIOGRAFIA
BELLONI, Maria Luisa. Educação a Distância. São
Paulo: Ed. Autores Associados, 2003.
CARMO, H. Ensino Superior a Distância. Lisboa: Universidade Aberta, 1997
HABERMAS, J. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 1989.
MASETTO, M, T. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São
Paulo: Summus, 2003.
MOORE, M. On a Theory of
Independent Study, in BELLONI, Maria Luisa. Educação a Distância. São
Paulo: Ed. Autores Associados, 2003.
PETERS, O. Distance
Teaching and Industrial Production: A Comparative Interpretation in Outline. In: BELLONI,
Maria Luisa. Educação a Distância. São Paulo: Ed. Autores Associados, 2003.
TRINDADE, A. A Universidade Aberta: Um Sistema de Comunicação
Multi-Mídia, in SINAL, nº 0. IPED – Instituto Português de Educação a
Distância, 1984.
O aluno da era digital...
Pra começar as reflexões de meu novo blog, vou começar com o tema que, atualmente, está presente em meu dia a dia de uma forma muito ativa e viva: Novas Tecnologias na Educação...
Eu deixo esse vídeo abaixo, como um início de uma reflexão, que, nos tempos atuais, dificilmente terá um fim, mas sim, maneiras e novas formas de enxergar o contexto educacional atual...
Professores, vamos olhar em volta e perceber que muitas coisas mudaram...nós gostando, ou não...
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